E lhe dou meus mais simples versos,
Nessa inércia de pensamentos tenho a ti,
Não saberia declamar o poema mais bonito,
Ou cantar a música mais doce e serena.
Entrego-lhe meu corpo,
Pois minha alma já levou faz tempo,
Esse corpo que há de submergir
Entre meus amparos
E longe de seus apegos.
Peço que me leve embora,
Pois o mais importante de mim já tirou:
Eu mesma.
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